Rock of Ages e Tom Cruise: talento e sucesso que lideres e equipes devem aprender.

Em recente viagem a trabalho para Nova Iorque, aproveitei o tempo livre para conhecer locais interessantes, sob o ponto de vista da sustentabilidade ética, social e ambiental, como foi a visita a High Line (descrita em um próximo texto neste blog), como também aproveitar o que a indústria de entretenimento oferece, á grande massa multicultural de pessoas, que circulam pela cidade.

No ano passado, fiquei impressionada com a atuação do ator cientologista Tom Cruise, interpretando o irreverente e amalucado Stacee Jaxx, no filme Rock of Ages. O filme retrata uma época, na qual Los Angeles, vivia a efervecência do rock e todas as atitudes ligadas a uma geração rebelde, que traduzia o lema “sexo, drogas e rock’n roll”, em sua totalidade.

No entanto, o que interessa nesta análise é, particularmente a atuação do galã Tom Cruise, que lidera o enredo do filme. Incrivelmente, ele assume a identidade de um ídolo, com uma performance de excelência, demonstrando que o talento de um profissional pode ser aplicado em diferentes plataformas de atuação, como em filmes de ação, em comédias, filmes românticos e, também, como astro do rock.

Para surpresa do grande público, Cruise não só atua, como canta e dança perfeitamente, as músicas que fazem Stacee Jaxx conquistar a uma legião de fãs. Os trejeitos, caras e bocas que Cruise apresenta, consistem na fórmula perfeita de seu comprometimento profissional, com a sua meta de entregável. Não há dúvida de que, dedicação e disciplina, fizeram parte deste processo de construção do personagem.

Quando termina o filme, fica uma boa sensação de que, talento e sucesso caminham juntos – e, para desenvolver um talento é preciso de esforço, , disciplina, determinação e foco, desta maneira o sucesso será decorrência deste processo anterior. O estereótipo do cantor doidão, foi mais um pretexto para que Cruise revelasse ao público o seu talento multifacetado, capaz de se adaptar as mudanças e desafios, que a profissão a qual escolheu lhe oferece.

Pontos para ele, que traduz a astúcia de assumir estes papéis e não se intimida frente ao “estranho, desconhecido”. Com robustez e confiança, assume responsabilidades e devolve bons resultados!

As lições aprendidas que Cruise, como Stacee Jaxx, deixa para a área de desenvolvimento de talentos é bem simples, mistura valores e atitudes que podem fazer a total diferença, entre o fracasso e o sucesso de um profissional: comprometimento, responsabilidade, respeito e lealdade, são os valores assumidos frente a meta estabelecida. Dedicação, disciplina e estabelecimento de foco, são atitudes necessárias para traduzir a meta estabelecida, em ação bem sucedida e, consequentemente, em resultados positivos.

Por curiosidade, fui ver a apresentação de Rock of Ages “o musical” na Broadway. É um programa que recomendo aqueles que gostam de rock “ao vivo”! Mais uma vez, o que se apresentou foi, literalmente, um espetáculo a parte. Não somente um talento estava á minha frente, mas uma equipe formada por multitalentos, que rodopiaram por cerca de duas horas no palco, cantando, dançando e atuando. A cumplicidade entre os atores bailarinos e cantores era visível aos olhos do público e, esta equipe, juntamente com a banda de rock que os acompanhava, fazia com que a plateia lotada, não descolasse os olhos do palco.

Inteiramente motivada, a plateia seguiu o enredo da peça até os aplausos finais, demonstrando que a “equipe”, também fez o seu entregável com a devida competência e talento, desta forma, o resultado não poderia ser diferente!

Tanto a atuação de Cruise, como a da equipe do musical Rock of Ages, trazem para nossa reflexão o seguinte: para se obter o devido sucesso, é preciso fazer mais, muito mais mesmo!!!

O Stacee Jaxx incorporado por Cruise e a equipe do musical da Broadway, servem de referências para que nós possamos identificar onde é que queremos chegar e como queremos chegar. Isto é facilmente traduzido para o ambiente de negócios – podemos fazer uma analogia com o perfil de lideranças e a gestão de equipes e, assim, identificar aqueles sujeitos, ou grupos de profissionais, que necessitam de um maior aprimoramento, em busca da excelência. Há casos de profissionais não possuem, nem mesmo, o conhecimento de sua própria meta de carreira. Em decorrência desta carência de conhecimento, como não há meta estabelecida, por conseguinte, como haverá a busca a excelência? Não por acaso podemos cruzar com profissionais de mercado, que caminham perdidamente por suas trilhas profissionais, desperdiçando tempo e pagando caro o chamado “custo de oportunidades”.

O que é preciso enxergar é que, o talento e o sucesso, são frutos de um caminho a ser percorrido e não de uma visão irresponsável, imediatista e imatura, de que “qualquer um pode ser uma astro do rock”!!!!

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